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pingente tetragramaton (prata)
O símbolo da dualidade e do equilíbrio de tudo e do todo (em prata)
O símbolo da humanidade e do microcosmos
pingente tetragramaton (prata)
O pingente tetragramaton remete para a unidade e para a força do microcosmos, tanto na sua perfeição como no seu equilíbrio.
Esta união dos opostos, esta perfeição de tudo e do todo permite-nos sentir o transcendente na humanidade e o divino em tudo o que existe.
Este pingente tetragramaton em prata tem 1.5 x 1.5cm de diâmetro.
Sobre o tetragramaton
No século XIX, o ocultista Eliphas Levi elaborou este pentagrama.
É consensualmente interpretado, tal como vários outros pentagramas, como um símbolo tanto dos cinco elementos (ar, água, terra, fogo e espírito) como da humanidade e do microcosmos.
Com base na palavra do Divino Deus (tetragramaton), o brilhantismo dos significados deste símbolo assenta na sua rica complexidade de símbolos e na simplicidade do seu significado como um todo. No tetragramaton, são vários os símbolos que representam a união dos opostos.
A junção dos símbolos de Vénus e Mercúrio no centro do pentagrama – O Sol e a Lua de cada lado da junção Vénus/Mercúrio – o Caduceu, abaixo da junção Vénus/Mercúrio e entrelaçado com o Omega – o feminino e o masculino unidos- Os quatro elementos estão representados pela taça, pelo bastão, pela espada e pelo disco (Estas associações eram comuns no século XIX e são ainda perceptíveis em cartas de tarot ocultistas e peças ritualistas).
Os olhos no topo do pentagrama representam o Espirito que assume prevalência sobre a matéria.
A ideia do macrocosmos e do microcosmos neste pentagrama é de que o microcosmos é numa escala pequena o reflexo do Universo (macrocosmos).
Todos os elementos podem ser encontrados na Humanidade tal como a influencia dos planetas (representados neste símbolo pela Lua, pelo Sol, por Mercúrio e por Vénus no centro, por Marte no braço superior esquerdo, por Vénus novamente no braço superior direito e por Saturno nos dois braços inferiores.).
Em conclusão, este símbolo aparece como a união dos opostos, a perfeição do ser e das coisas, a transcendência da dualidade e o equilíbrio do todo e do único sempre com a influência e a presença do Divino.